Artigo ABRADISTI

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA DISTRIBUIÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (ABRADISTI)

O QUE VEM DEPOIS DO “C” DO TIC?

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Mariano Gordinho, presidente executivo

Num mercado que se sofistica numa velocidade extraordinária, torna-se complicado fazer prognósticos sobre qual será a próxima inovação a ser incorporada ao setor de tecnologia.

O nome TIC, que é o acrônimo de tecnologia da informação e comunicação, é suficientemente abrangente para “quase definir” tudo o que influi no modelo de funcionamento da nossa sociedade. Temos presenciado mudanças que vêm transformando o setor. Podemos afirmar que a letra “S” de segurança praticamente se transformou em um segmento dentro do mundo TIC.

A preocupação com a segurança, principalmente de dados e comunicação, sempre foi relevante. Hoje, analisando a dimensão que o setor de TIC alcançou, me parece que a segurança, antes um item a ser checado em um projeto, conquistou status de “letra que define mais um pilar” dentro do setor.

Não é mais possível pensar em TIC sem considerar esse fator. Basta pensar nos carros autônomos, nos ambientes complexos onde são armazenadas todas as nossas informações ou nos eletrodomésticos inteligentes. Não dá mais para imaginar qualquer um desses cenários sem a “segurança compatível”!

É notório que houve mudanças estruturais no mercado, principalmente do ponto de vista do consumidor de tecnologia. Daí o meu palpite de que, se tivéssemos de escolher mais uma letra para agregar ao acrônimo TIC, seria o “S”, da imprescindível segurança. Assim, a nova definição passaria a ser TICS. E com muita justiça.

Fonte: Revista Eletrolar News #145

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