ABREE – A complexidade da logística reversa no Brasil

Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE)

Mara Ballam, gerente-executiva

O sistema de logística reversa ganhou fôlego com o Decreto Federal 10.240/2020, aprovado no ano passado. Agora, 2021 é o primeiro dos cinco anos previstos para pôr em prática as ações. O marco inicial será a implementação nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e em três Estados do Nordeste: Bahia, Ceará e Pernambuco.

Os desafios estão em mapear as necessidades de cada município participante do sistema, criar ações plausíveis, colocá-las em prática de forma local, evoluir e ampliá-las para o nível estadual. E, claro, manter os níveis satisfatórios de acordo com a lei.

Há, também, desafios em termos de padronização tributária nos Estados para a isenção de tributos, uma vez que muitos produtos em trânsito de um Estado para o outro acabam sendo bitributados. Hoje, isso afeta o sistema de reciclagem brasileiro.

O principal desafio – e que é essencial – é a participação e a colaboração dos “entes” da cadeia, a começar pelo consumidor, que precisa criar o hábito de descartar os produtos corretamente. A ABREE representa a gestão do sistema de logística reversa, atuando em todas as linhas de produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Por aqui, vemos nossos associados engajados para a criação de um ecossistema de logística reversa sustentável no Brasil. Isso será mais um grande passo rumo a uma economia circular.

Fonte: Revista Eletrolar News #143

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