Brazil Electronics é a representante oficial da Trezor no País

A principal marca mundial de cripto wallets se diferencia pela segurança.

A ascensão das criptomoedas, nos últimos anos, despertou a atenção não só dos que estão ligados ao meio financeiro. Há um crescente interesse em torno delas e não é para menos. Em maio último, o total do mercado de criptomoedas atingiu US$ 2,5 trilhões, número respeitável. Há dois anos,  a cifra era de US$ 215 bilhões.

Com mais pessoas aplicando em criptomoedas, o tema segurança ganhou importância. Quem investe quer guardar seus bens de forma fácil e segura. E é pela segurança que a Trezor vem ganhando mercado. As chaves privadas são mantidas em um dispositivo físico, diferentemente do que ocorre com as carteiras tradicionais.

Paola Fernandez, gerente de marketing

Representante oficial da Trezor no País, a Brazil Electronics está presente em todas as revendas digitais, captando, também, varejistas para revender seus produtos. A gerente de marketing da empresa, Paola Fernandez, aborda aqui as características que fazem a marca ser a mais importante para proteger os ativos digitais.

Funcionalidade e segurança são características que diferenciam a Trezor

Por que a empresa optou em ser representante oficial da Trezor no País?

Paola Fernandez – O Brasil tem 210.147.000 de habitantes e ocupa o quinto lugar entre os países com maior quantidade de usuários de criptoativos no mundo. É um grande mercado.

Qual é o diferencial da Trezor?

PF – A segurança, com certeza. É um hardware offline, que permite assinar transações quando está conectado a um aparelho online. Foi desenvolvido na República Tcheca pela equipe da SatoshiLabs. Não é um exchange online.

Quais as vantagens de ter uma Trezor?

PF – Primeiramente, o offline. Ao contrário de uma carteira online, em que as chaves do usuário estão com terceiros, ou uma carteira de software, que pode ser instalada no desktop ou no celular, a carteira física (hardware wallet) armazena as chaves do usuário de forma totalmente privada. O armazenamento offline significa que uma hardware wallet não pode ser infectada por um vírus ou hackeada por meio de uma conexão com a internet. A da Trezor, por exemplo, é 100% imune a ataques remotos, oferece segurança máxima para a guarda de bitcoins e criptomoedas. Se o usuário tiver uma senha forte, seu dispositivo também está imune a todos os ataques físicos. A marca está à frente da concorrência por sua funcionalidade e segurança.

Em quais versões é apresentada?

PF – São duas, a Trezor T e a Trezor One, ambas aptas a receber mais de 1.400 tipos de criptomoedas. Elas se diferem pelo design e número de moedas que comportam. Projetada como uma carteira de bitcoin simples, a Trezor One é popular até hoje. Assemelha-se a um chaveiro e é fácil de ocultar e de transportar. Tem 60 x 30 x 6 mm de tamanho e pesa 2 gramas.

A Trezor Model T é a carteira de hardware da próxima geração. Lançada em 2018, a partir da experiência de sua antecessora, apresenta uma combinação perfeita, isto é, interface moderna e intuitiva, aliada a um poderoso hardware. Conta com um grande display LCD R GB de 240 × 240 pixels, com touch screen.

O que acontece quando o usuário perde a sua hardware wallet?

PF – As private keys são armazenadas dentro do dispositivo. Então, para recuperar os fundos, basta utilizar as suas 24 palavras (seeds), que devem estar anotadas em lugar seguro. Ele recupera seus fundos em outra hardware wallet.

BOX

Comercialização

A Brazil Electronics, que oferece as versões Trezor T e Trezor One, está captando varejistas para revender seus produtos. Presente em todas as revendas digitais do País, a empresa disponibiliza condições especiais a todo o varejo que deseja aumentar a sua rentabilidade com produtos diferenciados.

Fonte: Revista Eletrolar News #143
eletrolar.com

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