Grupo Carrefour Brasil registra vendas de R$ 19,5 bilhões e rentabilidade robusta no 2º trimestre

Estratégia de aceleração garantiu competitividade e aumento do share of wallet.

O Grupo Carrefour Brasil teve forte crescimento em mais um trimestre. As vendas brutas tiveram um aumento de 10.7% em comparação ao 2T20 e 28% no período de dois anos. Já o EBITDA ajustado atingiu o patamar de R$ 1,4 bi no período, com 7,8% de margem.

As vendas consolidadas alcançaram um total de R$ 19,5 bilhões no 2T21, crescimento de 10,7% em relação ao mesmo trimestre do ano passado (9,4%, ex-gasolina). Com este resultado, o grupo atingiu um crescimento de 28% para o segundo trimestre acumulado de dois anos. Esse desempenho vem em meio a um ambiente volátil devido à pandemia de Covid-19, que impactou o 2º trimestre de 2021.

Um dos principais destaques do trimestre foi a finalização da conversão das 29 lojas Makro para a bandeira Atacadão (28 lojas e 1 atacado de entrega), adquiridas em 2020. Com previsão de serem finalizadas no período de 12 a 15 meses, após aprovação das autoridades, o cronograma foi adiantado e todo o processo levou 6 meses. As vendas nos primeiros meses de operação indicam que a meta de maturação inicial será atingida até o final de 2021.

“O Grupo Carrefour Brasil apresentou um desempenho bastante sólido no segundo trimestre. Operando em uma base comparável muito desafiadora e em um ambiente de saúde difícil, registramos crescimento de vendas de dois dígitos e uma lucratividade robusta, acima dos níveis pré-pandemia. Nosso crescimento foi impulsionado por outro desempenho notável do Atacadão, com a conversão mais rápida do que o esperado das lojas Makro, e o retorno ao forte crescimento do Banco Carrefour, enquanto os números do Varejo foram penalizados por uma base comparável muito difícil em não alimentos, mas que, mesmo assim, permanecem fortes no comparativo de dois anos. Meu sucessor, Stéphane Maquaire, que assumirá nos próximos meses, terá uma base sólida para continuar o crescimento do ecossistema do Grupo Carrefour Brasil, apoiado por equipes fantásticas”, afirma Noël Prioux, CEO do Grupo Carrefour Brasil.

Carrefour Varejo

As operações de varejo continuaram a mostrar resultados consistentes, que são ainda mais interessantes se comparados ao período pré-pandemia – as vendas totais cresceram em 13,2% no período de dois anos, impulsionado tanto por alimentos (+ 13,8%) quanto por não alimentos (+ 12,4%). Contudo, no 2T21, as vendas totalizaram R$ 5,4 bilhões, uma redução de 11,4% no LfL (ex-gasolina), afetada principalmente pelo desempenho das vendas do segmento não alimentar, que foram 24,5% menores em uma base LfL.

O lucro bruto consolidado do Varejo foi de R$ 1,2 bilhão ou 24,7% das vendas líquidas. Em comparação ao 2T19, a margem bruta permaneceu estável, beneficiada por um novo modelo comercial, com promoções mais diluídas ao longo da semana, clientes mais recorrentes, aumento do share of wallet. O EBITDA ajustado consolidado do Varejo atingiu R$ 316 milhões no 2T21, ou 6,5% das vendas líquidas. Em um período de dois anos, o EBITDA do Varejo cresceu 32,7% e a margem melhorou em 1,2 pontos percentuais.

No multiformato, ao compararmos ano a ano, o segmento alimentar teve leve crescimento de 0,5% LfL (excluindo e-commerce). Já o não alimentar, registrou queda de 9,5% Lfl, impactada pelo desempenho do segmento de não alimentos, que diminuiu 24,1% Lfl devido à forte base comparável do 2T20, quando registrou crescimento de 54,2% (80% em eletrodomésticos). Para esta queda, consideramos que o fim do auxílio emergencial e a reabertura das lojas físicas específicas contribuíram para o resultado.Além disso, o desempenho do segundo trimestre do ano passado foi bastante impulsionado pela conveniência de que o setor foi o único, entre os varejistas, autorizado a continuar aberto em meio às restrições de circulação de pessoas. Além disso, a segurança do modelo one-stop-shopping dos nossos hipermercados e um bom mix de produtos com ótimo custo-benefício atraiu mais clientes. Outro ponto que vale ser considerado é que, diferentemente do primeiro ano da pandemia, o consumidor deixou de equipar sua casa, focando no abastecimento de suas despensas

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