GREEN ELETRON: O varejo como participante estratégico da logística reversa de eletroeletrônicos

Ademir Brescansin, gerente-executivo da Green Eletron

A partir do Acordo Setorial para a Logística Reversa de Eletroeletrônicos, o varejo passou a ser crucial para que a cadeia de coleta e reciclagem de eletroeletrônicos possa acontecer. Uma forma efetiva de fazer isso é disponibilizar espaço para a instalação de Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) em comércios, garantindo o acesso ao descarte para a população.

Kalunga, Casas Bahia e Extra são alguns dos varejistas que já têm coletores.

Esse é um passo importante para a logística reversa no Brasil, principalmente considerando que o varejo é o estágio da cadeia mais próximo do consumidor. Na Europa, por exemplo, enfatiza-se cada vez mais a importância do varejo no ciclo, um avanço que já ocorre por aqui.

Mas, além de receber coletores, o varejo deve também fornecer informações sobre a logística reversa. Assim, as lojas tornam-se agentes de conscientização. Porém nem todos os comércios precisam, necessariamente, ser um PEV, pois várias lojas estão muito próximas umas das outras. Mas a participação no sistema, divulgando ao consumidor o descarte responsável, é essencial.

Por isso, a Green Eletron mapeia os melhores locais de instalação, considerando acesso e demanda. Kalunga, Casas Bahia e Extra são alguns dos varejistas que já têm coletores. Mas, seja com PEVs ou com campanhas de conscientização, o importante é pensar o papel estratégico do varejo e garantir a logística reversa de eletroeletrônicos nacionalmente.

Fonte: Revista Eletrolar News ed. 140

Compartilhe (Share)

Faça um comentário

ver todos comentários